A companhia aérea Azul voltará a ter uma rota “histórica” a partir de Belo Horizonte. Em agosto, a empresa vai passar a operar voos diretos para Diamantina, cidade do interior de Minas Gerais que é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. O anúncio foi feito hoje junto ao governo estadual.

A operação será por meio da Azul Conecta em três frequências semanais. Detalhes como dias da semana e horários ainda não foram divulgados, e as passagens ainda não estão à venda.
Os voos serão cumpridos com aeronaves Cessna Grand Caravan, com capacidade para nove passageiros. A partir de Belo Horizonte, um dos principais centros de operação da Azul, ao lado de Campinas e o Recife, a aérea tem ligações para mais de 50 destinos, incluindo localidades nos Estados Unidos e no Uruguai.

A companhia teve voos semanais entre Belo Horizonte e Diamantina até janeiro de 2013, quando a rota foi encerrada. A operação era feita pela Trip, que foi comprada pela Azul em maio de 2012.
O que fazer em Diamantina?
Como já dissemos, Diamantina é uma cidade de Minas Gerais reconhecida como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, e inevitavelmente tudo vai girar em torno da história e cultura locais. Está localizada a 300 km de Belo Horizonte, no Vale do Jequitinhonha.

Uma das principais atrações de Diamantina é a Vesperata, no Centro Histórico da cidade. Sob as sacadas dos casarões coloniais, visitantes se amontoam sentados à calçada ou às mesas dos restaurantes para ver a apresentação de clássicos brasileiros e mundiais.
As igrejas locais também são pontos obrigatórios de parada. As principais para visitação são a Igreja Nossa Senhora do Carmo, a Igreja de São Francisco de Assis e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Já quem gosta de conhecer a fundo a história das cidades não pode deixar de passar pelos museus de Diamantina.

Outra atração envolve a visita ao marco inicial do Caminho do Diamante e parte da Estrada Real, que liga a região a Paraty, no Rio de Janeiro. Para começar a entender esse trajeto, usado para escoar as riquezas brasileiras até o Rio de Janeiro entre os séculos XVIII e XIX, a dica é visitar o Caminho dos Escravos.
Fora isso, bater perna pela cidade para fotografar os casarões do período colonial é sempre uma boa pedida – mas prepare as panturrilhas, porque o esforço pelas ladeiras é grande!
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